O Natal aproxima-se e obviamente que já começou a panca das dietas, um mundo que, como acho que já disse aqui, me deixa não só perplexa como sem paciência para ler e ouvir tanto disparate. A quantidade de dinheiro que se deve fazer à conta desta histeria deve ser um absurdo. Faz-me lembrar a minha ex colega de casa, que come as maiores porcarias mas marcou uma consulta de nutrição num sítio xpto para perder peso (eu posso fazer-lhe essa consulta por um terço do preço que ela vai pagar, a sério, era só dizer-lhe para ela deixar de comer todas as porcarias pré-cozinhadas que compra e acabar com a molhanga com que cobre todos os pratos). Nestas coisas não há milagres, é uma questão de bom senso. Acho que viver privado de comer X ou Y deve ser uma não-vida - conheço umas quantas pessoas que vivem obcecadas com as calorias que a refeição tem (faço sempre questão de me sentar na ponta oposta da mesa, não gosto que me classifiquem o almoço) - mas isso não significa comer como se fôssemos uma família de 7 pessoas, nem comer todas as porcarias que encontramos. Dizem que fazer exercício também ajuda, dizem... E a genética, claro, não vamos fingir que não. Mas não engordam com o ar, ok? E saladas com base de massa e molho cocktail tiram um bocadinho o efeito de "mas eu comi só uma saladinha ao almoço". Por isso continuo a achar que em vez de sumos verdes e detox, se comêssemos de forma adequada ao que gastamos era uma ideia muito mais sensata. Mas muito menos apelativa, parece-me.
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Agnes no país da Rainha #1
Não só conduzem pelo lado errado (o que me faz olhar para o lado contrário quando atravesso a estrada), como medem o leite em pints.
*Sim, eu sei que há mais rainhas, mas A Rainha é sempre a inglesa, não é?
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Cheguei
Cheguei ao outro lado do canal. Podia assumir o espírito britânico e escrever que deixei a Europa, mas nesse caso seria tão má como eles a Geografia e a minha professora não merece isso. Tenho a vida em caixas e malas e esta semana vai servir para tratar das várias burocracias que ainda me faltam. E ir à IKEA, que já tenho a lista pronta, com os corredores da loja onde vou e tudo (um espectáculo!). Entretanto, por cá já é Natal, mas Natal a sério, com tudo super iluminado e montras mais do que alusivas à época (só por isso já me sinto em casa). Será tudo devidamente documentado neste blog, stay tuned!
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Quando é que isto mudou tudo, que eu não me lembro?
É oficial, já não conheço a minha casa. Nunca encontro nada à primeira na cozinha, até dar com a tesoura abro praí umas 4 ou 5 gavetas, já para não falar que as bancadas são feitas para mini pessoas (a sério, parece que alguém encolheu a cozinha!). É isso e a quantidade de tralha que habita no meu quarto... depois de passar horas a arrumar tudo (e ainda não acabei!) fico com menos vontade de ir às compras (mas claro que me passa logo que ponho o pé numa loja). Como é possível acumular tantas coisas (e nem falo de roupa, falo mesmo de tralha!)? Acho que hoje é dia de extreme makeover (a parte da demolição, pelo menos).
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
O que se faz por cá
Só programas culturais, a saber: ida ao cabeleireiro (que odeio - às vezes acho que sou a única mulher que odeia este programa), manicure, pedicure e entrar em TODAS as lojas a que tenho direito. Claro que também já fiz a árvore de Natal (ah e tal ainda é cedo e mimimi, lamento...cá em casa já é Natal!) e consolei-me à grande com sandes de manteiga (sou moça de gostos simples, e o pão com manteiga, a saber a casa, é dos maiores prazeres de um pequeno almoço).
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Não há nada como a nossa casa
Acordar com pão fresco português, um café e o céu azul de Lisboa. I'm happy.
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
A última página
Neste momento estarei a caminho de Lisboa. E vou finalmente poder relaxar. Sim, que isto de enfiar uma vida numa mala de porão (e a quantidade de coisas que já despachei em malas de outras pessoas! e pelo correio, e afins...) deixou-me à beira de um ataque de nervos. Houve alturas em que, confesso, me apeteceu chorar. Mas a esta hora, a esta hora estará tudo resolvido. E já falta pouco, muito pouco para chegar a casa.
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