sexta-feira, 29 de abril de 2016

Step 1


Todas as grandes viagens começam com um pequeno passo e o meu plano Austrália 2017 começou hoje com a chegada do meu guia. Acho que vamos ser muito felizes durante este fim de semana chuva!

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Colorado #2 - Garden of the Gods

Quando soube que ia ao Colorado era só isto que queria ver para ficar feliz: uma versão pequenina e modesta das estruturas rochosas da costa oeste (desculpem a comparação, pessoal do Colorado, não é nada pessoal).
O Garden of the Gods fica em Colorado Springs e é de entrada livre. Existem visitas guiadas mas eu recomendo que aluguem um carro e vão parando conforme a vossa vontade de tirar fotografias ou esticar as pernas. À entrada existe um centro de informações com cafetaria, loja de souvenirs e sugestões de trajectos que podem seguir, incluindo landmarks e pontos com boa perspectiva para tirar fotos. Depois, é só aproveitar a paisagem!



















quarta-feira, 27 de abril de 2016

Colorado #1

Ei-lo finalmente: o Colorado, o estado dos contrastes geográficos, devaneios climatéricos (num só dia pode estar calor e nevar logo a seguir) e das fronteiras completamente rectas (quantas vezes foram a um país/estado em forma de rectângulo perfeito?). Uma vez que o que me fez atravessar o Atlântico foi apresentar um trabalho tive medo de não conseguir fazer turismo e, para evitar a desilusão, antes de partir fiz pouco mais do que uma leitura superficial do Trip Advisor e duas compras essenciais: um guia (para a colecção!) e os voos, já que o resto foi tudo tratado em meu nome (espectacular!). Havia só uma coisa que gostava mesmo, mesmo de visitar: o Garden of the Gods, tudo o resto era bónus.
Claro que conheci mais gente que quis fazer turismo por isso consegui não só visitar o Garden of the Gods como a Academia da Força Aérea em Colorado Springs (it's a thing!), experimentar sports bars ao melhor estilo de um qualquer filme americano (Buffalo Wild Wings!), passear por ruas que podiam ser de uma série (os americanos acham super engraçado quando o resto do mundo diz "não sentes que estás numa série de televisão?") e ficar maravilhada com a zona do evento. Tirei algumas fotografias mas não tantas como gostaria. Sobretudo, porque andámos sempre de carro durante o dia a dia (acho que ali ninguém anda a pé!) e acabei por me esquecer de fotografar as ruas. Mas basta ver um filme, que é igual :)
A melhor maneira de circular no Colorado é mesmo alugar um carro e foi isso que fizemos para vermos tudo aquilo que queríamos. 
Comecemos então pela ida à Academia da Força Aérea, em Colorado Springs, spot sugerido pelo nosso condutor de serviço (e quem conduz tem direito a escolher um destino, não é verdade?). Para entrar na Academia da Força Aérea é preciso apresentar o passaporte mas não é necessária nenhuma autorização especial. Mostra-se o passaporte à entrada sem ser preciso sair do carro, os guardas revistam a mala do carro e já está. "Continuem por 4 milhas e depois virem à esquerda". Como?? 4 milhas A SEGUIR à cancela? MILHAS? Nada como estar no 8º maior estado dos Estados Unidos... Mas o que me deixou sem palavras foi o tamanho da loja de souvenirs: pessoas, aquilo é praí do tamanho da Sport Zone! Infelizmente não tirei foto, para verem como não estou a exagerar, mas fica a minha palavra e as imagens do que ficou registado desse dia.


A carrinha mágica ao nosso lado! :) Fiquei muito contente de ter apanhado um school bus mesmo ao lado, pena é que não apareça todo na imagem - mas hey, faz-se o que se pode!

O parque da Academia da Força Aérea

A catedral da Academia, um local popular entre os turistas da zona




O contraste entre o moderno/espacial da catedral com as montanhas no fundo parece uma montagem ao melhor estilo de estúdio de televisão mas é a vista real!










Mesmo sem estar a contar passar por lá, gostei de conhecer a Academia e acho que valeu a pena a visita!

terça-feira, 26 de abril de 2016

Mais uma moedinha...mais uma viagem #2

Por acaso são 3, todas em trabalho, num pack de 2 semanas non-stop pela Europa: uma semana em Turim e outra semana entre Londres e Viena. Como sempre, as prioridades impõem-se: espero que dê para fazer algum turismo nas cidades que não conheço (Turim e Viena) e assistir a mais um musical em Londres! Aceitam-se dicas para todas as cidades!




E com isto tudo, estou quase a mudar de categoria na KLM e/ou na Lufthansa (vamos ver em qual delas consigo subir primeiro!).

domingo, 24 de abril de 2016

A véspera

Todos os dias que mudaram a história (a do mundo, ou apenas a nossa) tiveram uma véspera, um dia em que o dia seguinte não significava nada mais do que isso: o dia seguinte. E é por saber o resto da história que todos os dias 24 de Abril, à noite, tenho vontade de pegar num time turner e viver essas horas no escritório do meu bisavô. Caramba, o que eu gostava de me poder sentar na cadeira de baloiço ao pé da estante e dizer-lhe como o dia seguinte iria ser diferente.

Riga - dias 2 e 3

O segundo dia foi dedicado aos museus e monumentos que escolhemos visitar. Riga não tem uma lista enorme de must see e é possível condensar tudo em um ou dois dias nas calmas, por isso decidimos aproveitar a cidade e tentar viver como um local: ter tempo para parar num café, experimentar um brunch, entrar numa livraria, ver montras, sair fora do centro e ver o que faz quem não é turista como nós. Vim maravilhada com os cafés de Riga, o que me valeu um comentário de gozo de um amigo ("mas tu vais para fora ver cafés?") mas a verdade é que gosto de ver uma cidade pelos olhos de quem lá vive e Riga permitiu-me fazer esse turismo mais relaxado, o que foi óptimo! 
Mas vamos à descrição do segundo dia. Começámos logo de manhã pela St.Gertrude Old Church, uma igreja luterana perto do nosso hotel. 


Seguimos depois para a antiga sede do KGB mas estava fechada e acabámos por não voltar lá. Decidimos então parar para um café no MiiT, um café super giro com livros e bicicletas que eu queria conhecer.

Entrámos na Catedral da Natividade, uma igreja ortodoxa que é absolutamente linda mas onde infelizmente não é permitido tirar fotografias... Fica só a imagem do exterior que não lhe faz justiça nenhuma!

Aproveitámos e visitámos o Museu da Ocupação sobre as várias guerras que aconteceram na Letónia. É um museu pequeno que de momento está numa localização temporária enquanto fazem obras no edifício principal. Funciona por doações e não tem por isso um preço fixo de bilhete, acho que vale a pena a visita!

Continuámos para um passeio no centro histórico, onde visitámos a catedral (por dentro é um bocado feiinha) e procurámos um sítio para almoçar (da lista que eu tinha feito a partir do Trip Advisor). Como nesse dia esteve nublado e no Domingo repetimos o passeio com o sol vou pôr as fotografias do dia de sol sempre que possível, que fica bem mais simpático (não estranhem o mix).




O almoço foi no 1221, onde provavelmente toda a gente tira uma fotografia porque é a casa mais amorosa de sempre!
O 1221, em azul

O restaurante serve comida típica (embora com um twist fancy). Tem 3 andares e parece uma casa onde alguém vive mesmo e decidiu pôr umas cadeiras e mesas para servir comida, muito giro!



O centro parece uma cidade de bonecas e vê-se bem num dia. Ficam algumas fotos do que encontrámos por lá.




Bremen em Riga!


O monumento da liberdade marca o fim da Old Town de Riga e honra os soldados mortos durante a guerra pela independência no início do século XX. Após a anexação à União Soviética o monumento esteve para ser demolido mas acabou por permanecer ali e apesar dos russos tentarem alterar o significado da obra (sem palavras...) ela acabou por continuar a ser um símbolo da liberdade e da resistência. Tem sempre flores em memória dos mortos nas várias guerras e existe uma guarda de honra que marcha de hora a hora à volta do monumento (e onde se vê bem a herança soviética do país).

No último dia decidimos conhecer o distrito Art Déco da cidade. Se alguma vez forem a Riga saiam do centro histórico e explorem o lado residencial e menos turístico, parecem duas cidades diferentes!



Para terminar, deixo só aqui umas fotografias de uma pastelaria que se chama Kanela - um nome curioso e que sim, significa canela!



Gostei muito deste fim de semana prolongado a norte da Europa, Riga foi uma óptima surpresa!