Até já, Lisboa. Vou um ano mais velha mas gostei muito de cá estar. Matei saudades das amêijoas, das bolas de Berlim, das cerejas bem escurinhas, do pão (!) e da bica. Tentei guardar a tua luz na memória para quando tiver saudades, e vou voar num lugar do corredor para não te ver ficar para trás. Digo até já mas a verdade é que não sei quando volto: pode ser em Setembro, em Novembro ou só no Natal. Mas eu volto, sempre.
:) Gabo a coragem de todos os que, como tu, vivem fora, longe da família e do país, da cidade, do cheiro e dos gostos de uma vida. Não seria capaz, ainda que já odeie a vida que levo por cá. É precisa muita coragem.
ResponderEliminarAs Minhas Quixotadas
Aww, muito obrigada. Talvez seja coragem, ou loucura ;) (ahah, brincadeirinha). Beijinho*
ResponderEliminarAinda não odeio a vida que levo por cá, pelo contrário. Mas acho incrível e difícil tomar a decisão de viver longe 'dos nossos'. Não há nada que me deixe mais satisfeita do que voltar a casa e sentir que conheço as pessoas nas ruas, são as minhas pessoas, a minha casa. Mesmo aquelas a quem nunca disse mais nada do que bom dia. Se calhar é coisa de quem nasceu, cresceu e viveu numa vila, mas o aconchego e segurança que transmite não tem explicação. Ainda agora lia o teu post seguinte e pensava: "Bolas, que coragem!"
ResponderEliminarNunca vi esta minha opção de vida como coragem, acho que já é o meu "normal". Já me cansa um bocadinho andar com a casa às costas mas é o preço da minha constante insatisfação. Espero que esta seja a última mudança por algum tempo :)
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