sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Istambul - os mercados

Dos mercados de rua aos mercados cobertos como o Grand Bazaar e o Spice Bazaar, passando pelas lojas de doces, devo ter tirado centenas de fotografias ao comércio turco. Quase todas saíram mal porque assim que alguém vê uma máquina apontada para a sua loja segue-se logo uma série de comentários, desde o "no photo" ao "you have to pay" ou ainda "please come inside" que me cansaram a beleza nesta viagem. Portantos, tinha de ser tudo muito rápido e sem grande tempo para enquadrar a coisa. Vidas.


As lojas de Turkish Delight, porta sim porta sim e alguns dos muitos gatos que habitam Istambul


O Grand Bazaar é um labirinto de ruas cobertas onde se negoceia de tudo (incluindo muitas malas fake que tive medo de fotografar)





O Spice Bazaar 




Os mercados e vendedores de rua com fruta, água, milho e castanhas






sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Istambul

Dica importante: não escolham Agosto para visitar Istambul, está calor, muito calor! E se escolherem, sejam inteligentes e reservem um hotel com piscina (tinha sabido mesmo bem para terminar o dia!). Fora isso, Istambul é uma cidade única. É sem dúvida a cidade mais diferente onde já estive e aquela onde senti que havia mais gente à minha volta (e não no bom sentido).

A Hagia Sophia desiludiu-me mas adorei a Blue Mosque e a Süleymaniye Mosque (desculpem o inglês mas o meu guia é estrangeiro). E depois, os mercados, ah, os mercados! Desgracei-me e comprei imensos chás mas acabei por não trazer a minha lanterna turca (eu tenho uma panca por lanternas). A não perder o cruzeiro pelo Bósforo (eu confesso, sou aquela pessoa que faz cruzeiros em todas as cidades que tenham essa opção!): a luz, a possibilidade de ir parando pelo caminho e ir até à entrada do Mar Negro, vale imenso a pena.

Para quem possa estar preocupado com a segurança e as roupas (eu sei que estava), tenho a dizer que não tive problemas nenhuns. Vesti sempre calças largas de algodão ou saias compridas (o que ajuda nos dias quentes) e uma tshirt normal. Aconselho a levarem meias para não andarem descalços nas mesquitas (sou muito coisinha nisso) e uma echarpe para taparem a cabeça e os ombros, se forem mulheres. Nunca fomos incomodadas (tirando um miúdo que queria a nossa máquina fotográfica, mas ele tinha os seus 7 anos, não era propriamente um problema, apenas chato) e nunca senti que olhassem para nós de uma forma mais "intensa". Como em todas as cidades grandes é preciso é ter bom senso, por isso não hesitem, Istambul vale muito a pena! E a prová-lo, ficam as fotos que vêm num próximo post (tenho de seleccionar as imensas fotos que habitam o meu computador!).

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Packing

Fui ali escolher a roupa para a Turquia mas já estou cansada só de pensar em como combinar as coisas que tenho sem decotes, não curtas, não transparentes e toda uma catrefada de preocupações do género. Desisti por agora. Estou à espera que a fada-de-fazer-as-malas apareça e me ilumine nesta tarefa de sobreviver a uma semana inteirinha com roupas mais práticas e recatadas - expressão fantástica- do que as que uso normalmente (e eu até sou moça bem clássica, que o digam as minhas saias pelo joelho e diversos business autefites que descansam no meu armário). Só que eu também tenho calor. Muito calor! Eu sou pessoa que usa manga curta todos os 365 dias do ano (não se preocupem, visto mais coisinhas ali no Inverno para sair à rua) por isso o que me apetecia era agarrar nos meus calções (que, coitados, vêem a luz do sol praí 1 semana por ano) e vestir o que me der na real gana. Nada temais, isto já me passa. Entretanto já escolhi o livro que vou levar para ler no avião, nem tudo está perdido.