sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Agnes no país da Agatha Christie

A Agatha Christie é a mais famosa residente de Wallingford, uma pequena aldeia perdida no South Oxfordshire. Se há autora de quem já li praí 95% dos livros é ela (algures na faixa dos meus 12-14 anos limpei todos os Poirot), por isso já há algum tempo que queria visitar a vila, tirar a foto da praxe na casa onde ela viveu e visitar o cemitério onde foi sepultada. Este sábado esteve sol, por isso foi finalmente o dia.
Wallingford é uma aldeia, vê-se bem em poucas horas. Tem o ar pitoresco do campo inglês, uns restaurantes e pubs simpáticos para almoçar e, para fãs da escritora, é interessante conhecer o sítio que lhe serviu de inspiração à obra. Ficam as fotos.

A praça principal


St Mary-le-More Church


St Peters Bridge


O Tamisa a transbordar


O pub do almoço


A casa da Agatha Christie, com a famosa placa azul (não se vê bem da rua, têm de ir atentos e espreitar para dentro dos jardins das pessoas, o que pode ser uma actividade meio estranha, verdade)


Adoro caixas do correio e achei que esta fotografia ficava bem aqui


Tal como esta, acho que são as cores


Para acabar o passeio, passámos pelo cemitério. De notar que já não fica em Wallingford mas sim em Cholsey, que é outra vila a seguir. Não é longe (e encontrei algumas walking tours que o incluem nos percursos a pé), mas fomos de carro porque era a nossa última paragem.
 


Agora é pensar no próximo destino aqui na ilha.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Não sei se são tréguas

Mas hoje às 6 da tarde ainda havia luz (por oposição à habitual escuridão total) e não precisei de gorro nem luvas. Juro que me senti na Primavera.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

A meteorologia contra-ataca

Uma pessoa (eu) quer apanhar amanhã um comboio em direcção ao Norte e está a ver a vidinha a andar para trás. Tudo aqui pelo Sul está, digamos, alagado. Não adianta ir até outra cidade aqui à volta (ou não tão à volta assim) para apanhar o transporte para o troço seguinte, que haverá sempre um problema. Londres? Cancelamentos e atrasos. Dar a volta ao bilhar grande, leia-se, ir por Bristol? Cancelamentos e atrasos (como??). Tenho andado a pensar em alternativas de trajecto mas não me parece que tenha muita sorte. Vou ter de gramar os atrasos em Oxford, provavelmente vou mudar 500 mil vezes de comboio e quando chegar, cheguei. Espero que seja amanhã!

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

The leap



"I'd love to go back and be that person again. But, you can't move backwards. You can only go forward.
 False. You go wherever you want. I guess the question is: where do you want to go".

Às vezes só é preciso a leap of faith. E eu decidi dar o meu.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Perspectivas

A vantagem de ter estado no fim do mundo em formação durante 3 dias é que hoje me parece 2a feira, quando na verdade já é 5a. Há lá coisa melhor do que uma semana de 2 dias?

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Mais um da bucket list

Finalmente consegui comprar bilhetes para visitar Highclere Castle, famoso por servir de cenário à série Downton Abbey! Sempre que ia ao site estava tudo esgotadíssimo, por isso acho que até dei pulinhos de felicidade quando vi o anúncio da venda bilhetes para o verão. Se forem fãs da série e estiverem por Inglaterra entre 13 de Julho e 17 de Setembro aproveitem e reservem já (parece-me que há muitos dias já esgotados). Go, go, go!


domingo, 2 de fevereiro de 2014

Tanto sítio giro nesta ilha

E vou em trabalho para o fim do mundo. Mas troco de comboio em Londres, claro, para dar um cheirinho de um sítio que dava um bom destino mas afinal é só uma 'escala'. 3 dias. Argh, como eu odeio jantar sozinha em restaurantes de hotel... mais vale pensar que são só 2 noites.

Novas leituras

Comecei a ler o Mein Kampf. Tenho imensa curiosidade em perceber melhor como se formam ditaduras, regimes opressivos e toda a psicologia (loucura?) que se esconde neste género de movimento de massas. Aliás, a segunda guerra mundial é um tema do qual gosto sempre de saber mais, em geral. Claro que este não é um livro que possa levar para o comboio (então aqui em Inglaterra!), vou ter que o ler em casa e escondê-lo algures na estante. Aliás, sinto-me quase a cometer alguma ilegalidade, o que é parvo mas verdadeiro. Entretanto vou ter de encontrar um livro que possa mostrar em público, que esta semana esperam-me algumas viagens no national rail.