quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Muro das lamentações

Acho que cheguei à conclusão que o meu blog é, na verdade, o meu muro das lamentações. É quando estou mais desanimada ou irritada que me dá vontade de abrir o estaminé e carpir as mágoas. Nada a fazer, devo ter alma daqueles poetas melancólicos e sombrios que só têm inspiração para escrever o seu sofrimento. Ainda hoje, depois de tantos dias ao abandono, apeteceu-me iniciar a sessão naquela de desabafar as minhas dúvidas existenciais. Não estranhem se vierem daí dias cinzentos.

domingo, 25 de setembro de 2011

Ao ouvir tantos comentários de tantas pessoas acerca do novo filme do Woody Allen, Midnight in Paris, percebo que sou das poucas que saiu do filme e pensou "meh...nada de especial". Eu nestas coisas sinto-me sempre diferente. Faz-me lembrar aqueles museus onde toda a gente dá a sua interpretação intelectual acerca de um risco azul num quadro todo branco. Para mim aquilo será sempre um risco azul num quadro branco. Pode ser um quadro muito giro, que eu também gosto de pintura abstracta, mas não lhe vou dar um sentido muito profundo. É apenas giro. Mas isso sou eu, que sou insensível à arte.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Pois muito bem, o meu propósito de não comprar nada está a ir muito bem. Até agora só comprei o outfit (adoro dizer esta palavra) para um casamento, coisa totalmente necessária dada a informalidade do meu armário nesse aspecto. Portantos, estou muito orgulhosa de mim. Não é que seja uma compradora compulsiva, mas preciso mesmo de não cair em tentação durante uns tempos.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Há alturas

em que precisava mesmo de um time turner como o da Hermione.

(admito, sou fã dos livros do Potter)

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

(Eu sei que me vou arrepender de dizer isto)

mas eu estou farta do verão. Agora só queria aqueles dias bons e frescos de outono (sem chuva!). Ahh, as saudades de não ter calor ao andar na rua! (Atenta, Pedro - somos amigos, não somos? não te importas que não esteja sempre a usar o teu título de santo, certo?- não é frio! É não ter calor! Parecendo que não há umas certas diferenças. Agradecida.)

domingo, 11 de setembro de 2011

Devaneios

Não sei se é só a mim, mas ver os Portugueses pelo Mundo dá-se sempre vontade de partir.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Sou tão pouco fashion que fiquei em casa na Fashion's Night Out.
Não gosto que me tratem por tu sem me conhecerem. Não é que seja uma pessoa comichosa com estas coisas, que eu cá não exijo um tratamento x ou y e até me parece estranho fazê-lo, mas há situações e situações. Recentemente uma empregada virou-se para mim num café e perguntou-me "tomas o café com ou sem açúcar?". Não gostei. Eu sei que tenho cara de miúda mas há limites.

sábado, 3 de setembro de 2011

(no more) shopping time

Entrei oficialmente em tempo de poupança. Eu bem queria aderir àquele desafio que anda aí pela blogosfera (um mês sem Zara, acho eu, sendo que no meu caso seria um mês sem compras em geral, mas o nome não é tão apelativo). Até parece fácil, mas para mim nem por isso. Há sempre qualquer coisa que acho gira e penso vou só experimentar, para ver se gosto, mas depois uma espécie de lógica apodera-se do meu cérebro e começo logo a imaginar que todos os (dois) exemplares daquele tamanho vão acabar antes de eu ter tempo de me decidir e acabo por comprar. Às vezes acerto, e aquilo acaba mesmo por voar da loja, outras vezes é mesmo só parvoíce minha. Não quer isto dizer que eu passe a vida nas compras e que seja uma maluquinha! Mas quero reduzir as minhas aquisições. Eu até faço listas e tudo (adoro listas!) mas falta-me planear melhor quanto e quando quero gastar. Portanto, este mês é de contenção. Quero ver se a privação me ilumina naquilo que preciso mesmo de comprar.
E pronto, é este o meu post fútil da semana. Hi5!

sexta-feira, 2 de setembro de 2011


Se eu voltasse atrás fazia tantas e tantas coisas de forma diferente. Eu sei que é fácil julgar quando o tempo já passou, mas que o remorso continua a moer, isso continua. Às vezes acho que perdoo mais facilmente aos outros do que me perdoo a mim.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Conclusão profunda

A linha verde é um submundo nesse universo paralelo que é o Metro.


Ahhh, esperavam uma conclusão filosófica e awesome? Pois, não, era mesmo só isto...