quarta-feira, 29 de junho de 2011

Hoje é o dia

de escolher viver catching up on life. O Thoreau * é que sabe.

                                                                                                 
(imagem daqui)

"I went to the woods because I wished to live deliberately, to front only the essential facts of life, and see if I could not learn what it had to teach, and not, when I came to die, discover that I had not lived. I did not wish to live what was not life, living is so dear; nor did I wish to practise resignation, unless it was quite necessary. I wanted to live deep and suck out all the marrow of life, to live so sturdily and Spartan- like as to put to rout all that was not life(...)." (Henry David Thoreau)

*- Lá está, o meu blog é culto às 4as, se tivesse escolhido o dia de propósito aposto que não tinha calhado tão bem.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Love it

Olhando agora para ele, até me parece um poema com o seu quê de "deprimência", mas a verdade é que desde a adolescência que é um dos meus poemas preferidos.

"A tua vida é uma história triste.
A minha é igual à tua.
Presas as mãos e preso o coração,
enchemos de sombra a mesma rua.

A nossa casa é onde a neve aquece.
A nossa festa, onde o luar acaba.
Cada verso em nós próprios apodrece,
cada jardim nos fecha a sua entrada."

(Eugénio de Andrade)

quinta-feira, 16 de junho de 2011

As gorjetas

Pensando assim, a frio, não percebo por que é que "fica bem" dar uma gorjeta quando nos agrada o serviço num restaurante, por exemplo, afinal de contas não é o trabalho deles? Se o meu trabalho for absolutamente genial, quanto muito levo um "muito bem", que o meu chefe não me vai dar mais uns trocos para eu ir tomar um café... Se não acho que dar gorjeta possa servir de incentivo? Poder, pode, mas também é verdade que muitos parecem esperá-la mesmo que tenham feito pouco mais do que abrir a garrafa de água. E não, não me parece que deva ser uma obrigação minha deixar um valor superior a um serviço pelo qual eu já paguei.
Não quero com isto dizer que acho que não deviam existir recompensas materiais, para além do salário. Situações nas quais me parece legítimo haver os chamados bónus são aquelas em que um trabalho bem feito implica algum tipo de contrapartidas para uma empresa, como conseguir um cliente importante ou um novo projecto. Mas num restaurante (quem diz restaurante, diz um serviço similar)? Não percebo...

quarta-feira, 15 de junho de 2011

 (imagem daqui)

Há coisas fantásticas

Andei a "ver montras" online, sempre em busca daquele par de sandálias ideal...mas não encontrei nenhum que gostasse mesmo. E eis senão quando encontro the one num passeio pelo centro comercial. Tal e qual como tinha imaginado!* Tenho de jogar no euromilhões, é o que é.

*Agora é meu, claro...

segunda-feira, 13 de junho de 2011

A dinastia do mundo da moda

Confesso que estou um bocado farta de ver a Pippa Middleton em tudo o que é "estilo", "must have", ou outros tantos chavões de moda que pululam em textos e blogues da especialidade. Sim, a moça veste bem, mas esta coisa de umas calças de ganga normalíssimas (quem diz calças de ganga, perdão, jeans, diz outra coisa qualquer) se tornarem um ícone de classe só por terem saído à rua pela mão da rapariga é coisa para me causar espécie. Nada contra a Pippa, atenção, que isto antes dela era outra it-girl qualquer e depois dela virá de certeza alguém mais fashion e stylish. Não há pachorra.

terça-feira, 7 de junho de 2011

E se Deus jogar mesmo aos dados?


será que nos ampara os all-in? Eu continuo a achar que se joga sempre até à última carta, por isso vamos lá ver o river que nos calha. Sabes que continuo a querer a minha partida.

(Imagem daqui)

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Plenitude

Percebi que preciso urgentemente de passar a sentir amor à camisola naquilo que faço. Que isso me faz mais falta do que um ordenado milionário. Sim, eu sou uma ingénua e uma naive, mas eu preciso de me sentir plena. Por dentro.

(imagem daqui)


quarta-feira, 1 de junho de 2011

Engraçado como nos apegamos às pessoas apenas por estarmos com elas todos os dias. Aprendemos a conhecer-lhes os jeitos e as manias, sabemos a hora do café ou do snack matinal e reconhecemos os seus passos ou o bater nervoso da caneta na secretária mesmo que não estejamos a olhar. Isto de passar diversas horas por dia com elas tem muito que se lhe diga. Talvez seja por estarem ali, talvez seja algo mais, mas a verdade é que acabam por se criar laços. E sente-se a sua falta quando vão embora.