terça-feira, 31 de maio de 2011

O submundo em carris

Ando cada vez com menos paciência para aturar pessoas pouco civilizadas no metro. Não entendo a necessidade de
a) passarem a viagem toda a bloquear a porta quando apenas vão sair na última paragem
b) empurrarem indiscriminadamente todas as pessoas ainda antes de as portas abrirem (existe também a versão de terem de ser os primeiros a entrar/sair sempre, em qualquer circunstância)
c) deitarem objectos indiferenciados para o chão
d) ouvirem música sem phones de forma a que todo o metro ouça o que eles querem (a sério, qual é o objectivo mesmo?)

Já nem falamos da higiene diária (que tal uns critérios de admissão nas carruagens?) porque depois ah e tal, A., és uma snob.
Eu não tenho nada contra andar de transportes públicos, mas nada mesmo. Até me agrada poder passar a viagem a ler ou ouvir música em vez de me preocupar com o caminho que tenho de fazer, mas começa a irritar-me a falta de civismo que existe por aí. Ou pelo menos, ando com menos pachorra para ele.


P.S.-Eu sei que os meus 3 leitores assíduos já tinham saudades de uns posts a dizer mal do mundo, hein? Qualquer dia juntamo-nos todos e jogamos uma suecada online, que me dizem? Mas tem de ser com o tremoço e a bela da mine, senão nada feito.


Adenda: Eu não gosto de tremoços, nem de minis...mas assim soou muito melhor, não?

Uma pessoa sabe que não é muito batida nesta coisa da blogosfera

quando os problemas com o blogger lhe passaram ao lado e não faz ideia da polémica que houve para aí e que vai dar em processo judicial... Sempre out.

domingo, 29 de maio de 2011

A confiança

A confiança é daquelas coisas que me custa bastante a entregar a alguém. Portanto, quando confio alguma coisa a alguém, sinto-me quase como se tivesse apostado todas as minhas poupanças numa última jogada de roleta, e fico ali, a vê-la girar...e se perder vou sentir-me muito estúpida por ter sequer arriscado. Ah, as indecisões são tramadas é o que é.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

O drama. O horror.

E no ano da graça de dois mil e onze, sempre a ler outros livros em paralelo, acabei o Memorial do Convento. Mas não gostei. Acho que isto faz de mim uma pessoa inculta aos olhos do mundo e pelos vistos vou ter de viver com isso. Mas não paniquem, intelectuais deste meu país, tenho aqui o Evangelho Segundo Jesus Cristo, para ver se me redimo com o autor.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Guilty me

Tanta conversa acerca da recessão faz-me sentir remorsos ao pensar que a minha To Do List a curto prazo inclui comprar saias e vestidos que me façam sobreviver aos dias mais quentes.
Pronto, não correu bem. Mas também não é preciso dramatizar, como já vi por aí, e dizer que somos uns desgraçados e uns tristes, que nunca na vida vamos ganhar nada e que enviar esta música nos envergonha na Europa (nós conseguimos isso com tantas outras outras coisas, não há-de ser por aí). Afinal, se tivéssemos investido numa música genial (pois, pois...), não haveriam de faltar comentários a dizer que não senhor, nós devíamos era pensar em assuntos mais sérios em vez da música e qual era a importância de mais um concurso. Haja sempre assunto! Obrigada, Eurovisão ;) Até à próxima. 'Cá abraço!

terça-feira, 3 de maio de 2011

A tecnologia sempre a maravilhar-me

Não gosto de falar com operadores de call-center. Posso jurar a pés juntos que eles não me estão a ouvir minimamente, visto que voltam a perguntar-me exactamente o que eu acabei de dizer. Eu não sei se existe algum texto que tem que ser lido, mas podiam ser algo mais flexíveis quando a informação já foi dada, pelo menos para evitar a sensação de que se está a falar com um computador. E sim, o que interessa é resolver o problema e blablabla, mas eu ligo a estas coisas. É isso e os menus onde se vão premindo teclas como se não houvesse amanhã até encontrarmos a causa que nos fez ligar, god. E quando o nosso problema é mesmo o último? The joy.  Mas isso, são outros 500. Um drama de cada vez, pessoas, senão o coração não aguenta.

domingo, 1 de maio de 2011

Não entendo algumas mulheres que conheço e que se sujeitam incondicionavelmente à vontade volátil de um homem que as trata como mais uma marioneta no seu espectáculo. E por mais que tentemos dizer-lhes o quão interessantes são e como há mais peixes no mar, elas insistem em chamar a isto amor.