quarta-feira, 27 de abril de 2011

Problema de expressão

Tenho uma fita roxa à minha espera há várias semanas e percebi como é difícil mostrar num pedaço de tecido como alguém pode ser especial para nós.


(imagem daqui)

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Pequenas coisas que me fazem acreditar que eu devia mesmo era ter um jacto privado

Calha-me sempre ir atrás de alguém que se quer refastelar com a cadeira quase na horizontal. Eu acho que sim senhor, é muito bom dormir uma soneca, e eu gosto e tudo, mas ir com o nariz quase colado à cadeira da frente não é lá muito confortável.
Também me irritam as crianças que decidem percorrer o corredor um número de vezes superior ao limite do aceitável ao mesmo tempo que vão gritando "ó mãe, olha aqui", estando a mãe obviamente umas 7 a 8 filas à frente no momento em que a frase é proferida (que é para toda a gente no caminho ouvir bem,claro).
Por último, eu confesso que sou daquelas parolas que gosta de ir à janela (cada um com a sua tara), por isso tenho uma certa raivinha interior quando vejo que a pessoa que tem esse lugar está
a) a dormir
b) a ler uma coisa qualquer todo o tempo, seja descolagem, aterragem, turbulência ou emergência total (é um exagero, mas estão a ver a ideia, certo?)
c) com a janela fechada (tsc tsc)

A minha experiência em classe turística é portanto uma tristeza. Se calhar devo começar a amealhar para um jacto. Diria que ainda vai demorar um bocadinho...

Para o meu bisavô, em mais um 25 de Abril


A Grândola Vila Morena é a música que mais toca neste dia, mas eu sempre gostei mais desta. (Cá para mim, a culpa é do ritmo mais rápido e apelativo que me conquistou na infância.)

quarta-feira, 20 de abril de 2011

terça-feira, 19 de abril de 2011

Estou desesperadamente a precisar destes dias de férias que se aproximam de mim a uma velocidade tão lenta que mais parece que se estão a afastar. É disso e compras. Compras são sempre uma boa terapia!

domingo, 17 de abril de 2011

Quem é que vai trabalhar amanhã, quem é? Eu bem que agradecia mais uns 2 diazinhos off. Só para descansar e despachar umas quantas coisas que tinha para fazer (se eu até estou a pedir tempo para adiantar umas coisinhas, que incluem trabalho, bem que podia acordar amanhã e ser sábado, hein? que tal?). Não sei porquê, mas não me parece que este pedido resulte...

quarta-feira, 13 de abril de 2011

O meu blog é culto às 4as feiras (mas podia ser às 5as...)

E eis que hoje li que o Otelo está arrependido de ter feito a revolução de Abril. Dos comentários de autocarro/metro eu espero todo o género de teorias políticas e da conspiração, mas a verdade é que deste senhor esperava um pouco mais de responsabilidade nas declarações que faz. E começo logo a stressar-me com o acumular de comentários que vou ouvindo ao longo destes dias. E assim surge um post num blog que tem andado abandonado...
Tanto saudosismo pelo Estado Novo e por um pulso de ferro, tanta viragem à extrema direita (tanto desespero?). Não considero que o problema esteja na democracia (ou deveria dizer que a solução não está na ditadura?). O problema são as pessoas. Os políticos que se governam a eles em vez de governarem o país e o povo que quer um Estado-pai que tome conta deles, no fundo, um Estado onde não tenham de pensar, ser proactivos, inovar, ou mesmo trabalhar. Um Estado que assegure um futuro só porque sim. Um Estado que dê o peixe, porque não se quer ter de ir pescar. 
É que o Salazar não era só a reserva de ouro no banco. E o respeito (ou seria medo?). Era uma série de décadas de atraso em relação à Europa. Eram os direitos diferentes para homens e mulheres. Era a perseguição deplorável a comunistas e pessoas com ideias diferentes do “aceitável”. Onde não se sabia quem dizia o quê e a quem, nem que conversas seriam usadas contra quem. E sim, hoje a justiça também está longe de ser perfeita e é muitas vezes uma verdadeira vergonha mas acredito mais nela hoje do que naquela que deveria existir então. O tempo de Salazar era uma reserva de ouro no banco em troca de um país pobre, analfabeto e inculto. Era o apoio a Franco e ao seu regime hediondo. Era um país no qual eu não gostaria de ter nascido. Por isso, se Otelo está arrependido, agradeço a todos os outros que fizeram o 25 de Abril.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Still alive

Ando tão cansada que me falta vontade para escrever no blog. Isso e palavras, também faltam palavras. Com licença, vou ali dormir um bocadinho e já venho.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Momento geek, perdão, apple, do dia

Tenho uma app para fazer flash cards! Muito fofinha! Já viram as potencialidades que isto tem para me ajudar no curso de línguas? Toda uma floresta de post its salva à custa dela, ah pois! Eu gosto destas coisas, vidas.

(Também estou muito contente com a app que permite fazer uma gestão mais eficiente do guarda-roupa, com as imagens das peças que temos e as possíveis combinações, mas estive em dúvida se apesar de tudo se poderia considerar uma app geek...hmmm.)