segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Se há coisa da qual já (não) tinha saudades era da chuva. Estes dias em que se luta com um chapéu numa mão e a carteira na outra, tentando chegar ao primeiro abrigo que se encontra porque quando se sai para a rua é obviamente quando começa a chover mais, de preferência daquela cruzada e que parece que vem de todos os lados, essa é que é boa. E andar de transportes assim? Uma maravilha. Tudo encharcado, estar espalmado contra o chapéu da senhora da frente no metro, o piso escorregadio, o cabelo desgrenhado e cheio de gotinhas, oh alegria. E bem sei que a chuva é importante e faz bem às plantinhas e tal e não tenho nada contra, só acho que podiam acertar o horário e não coincidir a tempestade quando saio/entro no trabalho, que tal? É que nem o facto de poder usar as minhas galochas me tira o bad mood de ver o chapéu virado pelo vento. Em último caso, podemos acordar numa chuva unidireccional sem vento à mistura, já ficava contente. São pequenas coisas, São Pedro, vês? Vamos tentar amanhã, então.

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