terça-feira, 21 de dezembro de 2010

You've got...mail

O melhor do Natal é receber uma carta escrita à mão por amigos que não vemos há muito tempo. Amigos com quem se trocaram pulseiras da amizade e se fizeram promessas, daquelas a sério, como todas as promessas que se fazem na adolescência e nas quais se jura ser amigo para sempre. É ler o texto sem respeitar vírgulas ou pontos finais, porque queremos saber tudo. Agora. Ontem. E a cada linha sentir-lhes o riso a contar as aventuras, lembrar-lhes os trajeitos, quase quase como se lhes conseguíssemos ouvir a voz e sentir-lhes o abraço. E voltar a recuar no tempo e sentirmo-nos a mesma pessoa de há uns anos atrás. Sobretudo, sentir o conforto de, mesmo tendo passado tanto tempo, continuarmos a ser o que fomos. Amigos.

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