domingo, 8 de outubro de 2017

Grand Canyon

Saímos de Williams antes do pequeno-almoço do hotel abrir (só para explicar como era cedo...) e fizemos os 90 minutos que nos separavam do Grand Canyon. Deixámos o carro no hotel onde íamos ficar essa noite (Grand Canyon ), comprámos a entrada para o parque (30 dólares por carro/família) e apanhámos o shuttle que liga Tusayan ao parque. Para entrar no shuttle precisam de ter bilhete para o parque - viagem é gratuita e demora cerca de 10-15minutos.
O shuttle deixa-nos no Visitor Centre onde podem pedir mapas e mais informações, assim como aceder às diferentes rotas de shuttles que vos permitem circular no parque e ir mais facilmente de um view point para o seguinte. Há vários trilhos e rotas conforme o tempo que tenham disponível e a vossa forma física, nós decidimos fazer a pé o trilho desde o Visitor Centre até ao Train Depot, altura em decidimos parar para almoçar. À tarde fizemos a Hermits Rest Route a pé quase até à última paragem, onde apanhámos o shuttle até ao fim e de novo de regresso à Village e depois ao Visitor Centre. Nenhum dos trilhos é difícil de fazer, está tudo bem pavimentado e sinalizado e só se quiserem optar pela versão "escalada" é que precisam de material específico. O que é preciso mesmo é calçado confortável e muita, muita água!
E por muito que tenham visto fotografias, nada vos prepara para a primeira vez que dão de caras com o Grand Canyon. É tão imenso que não parece real!

A paragem em Tusayan
O interior do shuttle
A chegada ao visitor centre
Os shuttles do parque
Fotos infinitas do Grand Canyon, totalmente irreal!

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Route 66 a caminho do Grand Canyon

Há várias opções para visitar o Grand Canyon e quando escolhemos optámos por ir até ao Visitor Centre (South Rim), por ter mais linhas de shuttle, mais opções de trilhos e ser mais 'central'. O que dava a oportunidade perfeita de percorrer parte da famosa route 66 e aproveitar o caminho. 'Perdemos' um dia entre Las Vegas e o Grand Canyon mas gostei imenso de poder fazer tudo com calma e a saborear esta América tão diferente e 'de filme'.
Alugámos um carro no aeroporto de Las Vegas por ser esse o nosso ponto de regresso à cidade. Saímos por volta das 9 ou 10 da manhã com o objectivo de parar em Kingman, Kingman e chegar a Williams com tempo de dar uma voltinha e descansar antes da madrugada do dia seguinte.
A primeira paragem foi em Kingman, onde é obrigatório tirar uma fotografia com o símbolo da Route 66, pois claro (infelizmente não tirei uma fotografia sem a minha pessoa, que amadora!).
Para o almoço, parámos no diner mais fofo de sempre: o Mr D'z Route 66 Diner. Nada como nos sentirmos no meio de um cenário de filme!

Carregadas as baterias (e o colestrol) fizemo-nos à estrada deserta!
Fizemos ainda uma paragem em Seligman, onde acabei por não tirar muitas fotografias porque me perdi a ver souvenirs (oops) e acabámos a fugir da trovoada que ameaçava chegar em força.
Chegámos a Williams, fomos deixar as malas ao hotel (Super 8 Williams East) e andámos sem rumo pela cidade (que é pequeníssima mas super pitoresca). Williams é o sítio ideal para comprar todo e qualquer souvenir do Grand Canyon e/ou Route 66. Foi aqui que me perdi com os enfeites de Natal, que maravilha senhores! Como vêem pelas fotos, o dia estava cinzento e acabámos mesmo por apanhar chuva torrencial. Abrigámo-nos para comer num restaurante italiano com uma pizza maravilhosa (Station 66 Italian Bistro).
 Mas de recompensa, tivemos direito a um pôr do sol inesquecível a partir do nosso hotel (sem photoshop!). Que maravilha, pessoas!

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Viagem aos Estados Unidos - Las Vegas

A nossa aventura pelo Oeste americano começa aqui: Las Vegas, o sítio que tem de ser visto para se acreditar que existe mesmo.
Chegámos a meio da tarde e o plano era apenas tomar banho, dar uma voltinha pela Strip e chegar a tempo da nossa marcação no Olives do Bellagio. Se puderem, marquem de forma a ver o pôr do sol, não há vista melhor sobre o lago! Não levei a máquina na primeira noite mas tirei milhares de fotos com o telemóvel e fiz centenas de vídeos, senti-me uma criança na Disneyland!

 




O segundo dia começou com um breakfast buffet, provavelmente a coisa mais famosa na cidade a seguir ao casino. Cada hotel oferece buffets 'all-you-can-eat' que são autênticas refeições, é só escolher um que se adapte ao vosso gosto (e à vossa carteira) e estar disposto a esperar numa fila... Não me lembro ao certo que hotel escolhemos (em minha defesa, eles parecem todos um bocado iguais a partir de uma dada altura) mas foi mais pela experiência e por ser uma solução 'práctia' para tomar pequeno almoço e almoço num combo 2 em 1 do que propriamente por ser um 'programa' que faça o meu estilo. O resto do dia foi passado à descoberta da Strip. Estava taaaanto calor que era muito difícil andar na rua sem entrar nos hotéis de tempos a tempos para aproveitar o ar condicionado. Cada hotel é mais extravagante do que o seguinte: temos fake Venice, fake Rome, fake Paris, fake Egypt... fake everything! Vale a pena entrar em cada um deles, até porque os hotéis em Vegas são muito mais do que um simples hotel: têm zonas de casino a perder de vista, lojas, restaurantes... um sem fim de entretenimento.
Se ficarem na pela Strip, não acho que seja preciso andar de 'tram', nós fizemos tudo a pé (chegámos ao fim do dia mortos, mas chegámos!).
Não acho que as fotos façam justiça ao ambiente da cidade, mas aqui vão elas:
O nosso hotel. Palavras para quê?
Sempre que atravessarem um hotel vão encontrar salas de jogo. Sempre. E vai ser difícil encontrar a saída (espertos!)
Existem várias 'pontes' para atravessar a Strip e várias ligações entre hotéis. Algumas oferecem verdadeiros 'miradouros' sobre a cidade!
Fake Venice! Fiz questão de tirar foto para comparar com a 'real Venice' do próximo mês
Fake Venice, por dentro
O canal existe não só no lado exterior como no lado interior do shopping!

Ao fim da tarde conseguimos (sem marcação) uma mesa para o Mon Ami Gabi, um restaurante francês mesmo em frente ao Bellagio e às suas fontes. Não há altura mais bonita para jantar na rua do que o pôr do sol! Recomendo imenso: o restaurante é excelente, com bifes óptimos, bom serviço e não é caro para o standard de Vegas. Não acho que tenha propriamente 'vista' sobre as fontes do Bellagio (porque tem a Strip no meio, com todas as palmeiras e os carros e as pessoas) mas ouve-se a música e consegue-se ver quando os jactos de água são altos, para além de que tem uma posição privilegiada na Strip!
O terraço Mon Ami Gabi (em...Paris?)

As fontes do Bellagio funcionam durante o dia mas é de noite que o espectáculo é mágico. Quando anoitece as fontes ligam-se a cada 10 ou 15minutos e segue-se uma nova coreografia acompanhada de uma música diferente. Perdi a conta ao número de vezes que assisti a este espectáculo de luz e cor, juro que vale muito a pena!
Fake NYC!
Toda a gente me perguntou o que achei de Vegas e a verdade é que recomendo imenso a visita. Não acho que valha a pena ficar durante uma semana (a não ser que vão para a party) mas 2 noites foi o tempo ideal para conhecer o espírito da cidade. Só não tivemos tempo de ir à Graceland Chapel, mas no último dia, e antes de devolver o carro, entrámos pelo norte da cidade e foi uma oportunidade a não perder. Passei o dia todo a cantarolar 'I know this chapel on the Boulevard we can go-o-o-o-o"!